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Diálogos Humanistas VI: Programação

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Acontece nos dias 04 e 05 de dezembro de 2020, o VI Diálogos Humanistas! O evento será totalmente virtual e contará com três espaços de diálogos e uma palestra. A palestra, ministrado pelo prof. Dr. Ivo Venerotti, se chama " João Baptista Fereira de Mello: o geógrafo, o lugar e o  pensamento ". Será na sexta-feira, 04/12/2020, às 19h!  Confira a sinopse aqui: João Baptista Fereira de Mello: o geógrafo, o lugar e o  pensamento por Ivo Venerotti Existimos e pensamos a depender dos encontros - com a família, amigos, colegas de trabalho, amores... com a música, a literatura, o cinema e as obras artísticas em geral... com os saberes tradicionais e com a ciência... com o a rua, a cidade, com os lugares... Esses encontros nos inundam de afetos e sensações, o que faz de cada pessoa um acontecimento singular. Neste Diálogos Humanistas, quero falar desses encontros entrelaçado com a trajetória e o pensamento do professor geógrafo João Baptista Ferreira de Mello, uns dos pensadores ...

Diálogos Humanistas VI - Primeira Circular

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É com um grande prazer que anunciamos a realização do Diálogos Humanistas VI.  O evento vai acontecer na primeira semana de dezembro de 2020 e será virtual.  O Diálogos é um evento que promove trocas entre os grupos de pesquisa de Geografia Humanista mineiros. Cada participante tem a oportunidade de expor suas ideias, propostas, devaneios de pesquisa e ouvir seus colegas, para assim construirmos juntas e juntos esse campo de estudo.  O Diálogos Humanistas VI é uma parceria NPGEOH (UFMG) - GHUAPO (UFVJM) com apoio do GHUM (UFF) e aproximações do GHENTE (UFJF). Quer saber mais? Leia nossa Primeira Circular aqui! Sobre os grupos de pesquisa: O Grupo GhEnTE – Geografia Humanista–Ensino–Teoria-Experiência é liderado pela Profa. Dra. Juliana Maddalena Trifilio Dias na Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem como finalidade acolher e discutir questões teóricas e metodológicas sobre Ensino de Geografia a partir do referencial epistemológico da Geografia Humanista. Contato...

Roda de conversa: Introdução ao pensamento de Espinosa

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No dia 13 de novembro de 2020, às 17h, o NPGEOH participou do evento virtual Roda de Conversa: Introdução ao pensamento de Espinosa , ministrada pelo prof. Dr. Ivo Venerotti.  Na ocasião, conversarmos sobre o contexto histórico em que o pensador Espinosa viveu e começamos a entender algumas de suas ideias.  O corpo, as potências e o afeto foram elementos abordados na nossa conversa virtual, bem como suas leituras de filósofos e religiosos.  Aguardamos as próximas conversas ansiosas!

O que perdemos quando silenciamos?

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Proposta e facilitada pelas membras integrantes da linha de gênero do Npgeoh - Alice Bessa, Aline Nogueira e Letícia Moraes -, a primeira roda de conversa sobre gênero do grupo aconteceu na última sexta-feira, 23 de outubro de 2020.  Abordamos diversos aspectos do silêncio da mulher, suas causas e consequências. Regamos essa roda com trechos de obras diversas, de Virginia Woolf a Clarisse Pinkola, passando por Maya Angelou e Marilena Chauí.  Fruto das nossas interrogações, elaboramos uma cachoeira de palavras coletiva que tornou evidente o que nós, mulheres, mais perdemos quando somos silenciadas (ou mesmo quando nos silenciamos): tempo 💥 A roda de conversa foi inspiradora de pensamentos e mudanças. Uma construção coletiva, que reuniu literatura, experiências e reflexões. 💚 **A roda de conversa ocorreu virtualmente devido a pandemia da Covid-19. Todas as atividades do grupo estão sendo realizadas nessa modalidade. 

Npgeoh em peso na nova edição da Revista Geograficidade! 💙

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O número especial de 10 anos do SEGHUM da Revista Geograficidade foi lançado e conta com artigos, resenhas e experimentações das npgeoas Aline, Alice, Virgínia, Valéria e Marina! Confira aqui!  💙 v. 10 (2020): Outono 2020 - Número Especial - Entre passado e futuro: SEGHUM 10 anos 💙 💙 💙 💙

[TRAVESSIA] Um caminhante e um poeta - Conversão

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 CONVERSÃO há dias na vida em que o céu parece desabar. o imaginário humano do paraíso acima de nossas cabeças permeia minha consciência. ainda olho para cima em busca de respostas de algo que é maior que eu, e que não posso atingir. me volto aos céus e rezo em oração profana de um corpo errante. Era quinta feira, e a neblina densa que vinha do Espinhaço descia em direção a Lapinha. A luz do sol era difusa, em meio a suspensão líquida que cortava o céu. Baixando, cuidadosamente, vinha encontrar o amanhecer de um novo dia nas terras banhadas pelo córrego da Lapinha e pelo córrego do Mato Capim. O encontro das águas. As do céu e as da Terra. A neblina, pura, carregando as menores das substâncias em seu corpo volátil que polula o céu da Serra. Os córregos, correntes líquidas repletas de sedimentos de areia, argila, silte, folhas, pisadas, corpos. A medida que descia em direção ao chão, a neblina não invadia, mas envolvia a paisagem. Não se tratava de uma sobreposição, mas um encontro....

O pássaro avuô: diário de bordo sobre práticas de afloramento das geograficidades através do corpo.

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  Um Piaya Cayana , pássaro conhecido como alma-de-gato aqui no norte mineiro tem pousado-cantante nos primeiros planos das paisagens das minhas janelas. A última vez que vi um desses tão de perto foi enquanto era aluna de graduação, comprometida com as geomorfologias terráqueas; as formas que a dança entre a água, o ar e a terra deixam sob nossos pés. Aquele pouso nas grades da janela-leste, amanhecendo a atmosfera da avenida Antônio Carlos, me trouxe uma epifania. Naquele canto-pássaro que amanhecia, percebi uma ponte essencial entre os seres e a Terra. Precisava então me voltar para as humanísticas entrelaçadas naquelas morfologias. Precisava entender as intersubjetividades e subjetividades dos corpos no mundo. Os encontros entre as formas-corpo, as formas-alma, as formas-espirito e as formas-Terra. Desde aquele dia, essas foram  minhas geografias. Nesse caminho, encontrei pessoas que também buscavam encontros geografia-ser. Sedentas e bebendo bibliografias que me acalmara...

Quintal-de-mim

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Estou aqui pensando no quanto o quintal é esse lugar que abarca bordado e o plantar. O que é o quintal? "Meu quintal é maior que o mundo" diria o poeta Manoel de Barros.  Mas o que é um quintal? Quintal-mato, quintal-casa, quintal-mundo.  Quero falar do quintal-de-mim. Eu possuo vários quintais. Lugares no qual vou para colher algo, coletar desimportâncias, estar me deixando em fazer ou  não fazer. Algumas vezes ele nem é material, mas está em mim, é um canto de mim, uma cadeira que me deixo estrar comigo mesma, que tem algumas cores, rosas, com certeza, e que vingaram veja bem! Ele é um canto construído em mim que me abriga de maneira aberta - pois o quintal pode até ser cercado, mas ele ainda é aberto, possui em algum lugar a infinitude, seja o céu acima ou a vista à frente. Ou ambos. Ou apenas uma fresta que dá para isso. Então nele há algo de desprotegido, e como é bom às vezes abrir a guarda e se deixar afetar pelo que vem! Sobre os meus quintais externo, há o da min...

[FotoGrafiar] Por uma Geografia ordinária através da arqueologia das imagens fotográficas

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 Criação de Valéria Amorim do Carmo "A foto lembra, minha avó...nós morávamos em um lugar que tinha muitos pés de goiabas e ela fazia doce de goiaba é nos colhíamos as goiabas e ela fazia o doce de goiaba numa tacha como o da foto. Ficava maravilhoso. Ela sempre gostou de cozinhar no fogão á lenha e de fazer doces de mamão, goiaba, abóbora, etc. Como minha avó veio do interior e eu passei boa parte da infância com ela, nós plantávamos muita coisa e fazíamos muitos doces e outras coisas também...claro” "o meu encontro com o Vale Jequitinhonha se deu de formas a travessar-me. Muita coisa em mim chega antes desapercebidas, ou ainda não havia me encontrado. As marujadas, catopés e folias de reis também me encontraram, sensações de alegria com o canto, com o tocar do tambor, com a fé. As portas das igrejas católicas se abrem para a fazeção de um enorme momento de fé. As roupas, com cores que simbolizam alguma querência (paz, saúde, amor), mas que também representam santos de fé. O...

Por uma geografia das emoções

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No dia 5 de agosto de 2020, às 19h, tivemos o prazer de receber a prof. Dra. Marcia Alves, da UFMT, para uma partilha sobre a geografia das emoções .  Potencializamos esse encontro na intimidade das emoções compartilhadas!  Na ocasião, a professora apresentou um mapa das emoções, permeado por seus caminhares pelo mundo, inclusive literários. Conhecemos um pouco sobre o que a move e afaga, e pudemos entender melhor as influências e intercâmbios da Geografia das Emoções! Agradecemos a professora Márcia Alves pela partilha! 💙