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Mostrando postagens com o rótulo propostas

O que perdemos quando silenciamos?

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Proposta e facilitada pelas membras integrantes da linha de gênero do Npgeoh - Alice Bessa, Aline Nogueira e Letícia Moraes -, a primeira roda de conversa sobre gênero do grupo aconteceu na última sexta-feira, 23 de outubro de 2020.  Abordamos diversos aspectos do silêncio da mulher, suas causas e consequências. Regamos essa roda com trechos de obras diversas, de Virginia Woolf a Clarisse Pinkola, passando por Maya Angelou e Marilena Chauí.  Fruto das nossas interrogações, elaboramos uma cachoeira de palavras coletiva que tornou evidente o que nós, mulheres, mais perdemos quando somos silenciadas (ou mesmo quando nos silenciamos): tempo 💥 A roda de conversa foi inspiradora de pensamentos e mudanças. Uma construção coletiva, que reuniu literatura, experiências e reflexões. 💚 **A roda de conversa ocorreu virtualmente devido a pandemia da Covid-19. Todas as atividades do grupo estão sendo realizadas nessa modalidade. 

Experiências de candomblé e sabores

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No dia 30 de junho de 2020, nosso encontro foi sobre as experiências de candomblé e sabores, relatada por um dos nossos membros, o estudante de geografia Roberto Carneiro. 💚 Roberto compartilhou com a gente um pouco da sua vida religiosa, suas vivências de devoção e da relação íntima que compartilha com a preparação de comidas-oferendas em conjunto, cheia de sabedoria e cumplicidade.  Foi também a primeira vez que ouvimos sobre as reflexões e vivências de Roberto, e agradecemos pelo compartilhamento! Como grupo de estudo e pesquisa, damos espaço e energia para o desenvolvimento de estudos próprios e pertinentes a vivência de cada um. Em coletivo, ouvimos com atenção e criamos novas pontes para a conquista desses caminhos geográficos.  Seguimos nessa ponte!

Escrever bordando naturezas, por Letícia Moraes!

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Bordemos! O bordar. Segue-se o risco, da mente, do feito. Acompanham-se as cores. A linha vai e se desvai e desfaz e volta e segue. E quem borda. Quem borda se ocupa da mirada. Mirar de olhar e de ir. Ir no caminho marcado e no ritmo feito por si. Si só, mas em conjunto. O bordar é comunidade. É o café passado, é a prosa. É o risco, é o ponto trazido pelo outro. É a companhia da conversa enquanto borda, e da música que se canta. É a risada boa. É o dia. É a noite. Bordam-se flores, casas, mulheres. Borda-se amor, resiliência, luta. Borda-se ancestralidade, o hoje e o que está por vim. Vamos nos ocupar sobre todo o bordar, que perpassa a linha agulha e pano e também a mulher, a vivência, a individualidade e a comunidade, além do que se borda, do hoje e do ontem. Linha, agulha, café e pano. Bordemos! Letícia Moraes, 2020 Fotografia de Letícia Moraes Na coluna "Nossa Geografia Humanista" de hoje, apresentamos o projeto da nossa querida cientista-artista L...

Roda de conversa sobre diários de bordo

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O caminho junto da expectativa de Recife / por Alice Bessa (Escritos avulsos durante a viagem, dias 27 de abril até 29 de maio) Próximo a Itaobim/MG (BR 116) Subir nordeste afora no outono pode revelar paisagens secas e acinzentadas mesmo neste mês úmido (de chuvas frontais recorrentes), algo me diz que houve uma seca avassaladora, um raio de sol é o suficiente para a paisagem ficar cor de palha. Em alguns momentos me deparo com oásis verdes,  são as veias férteis do sertão. Alguns paredões esbranquiçados me fazem pensar que há calcário  aqui... Mas minhas expectativas de chegada devoram as paisagens reais em muitos momentos... ... Fotografia de Alice Bessa Seguimos a trilha das palavras e imagens que nos contam dias e dias, subjetividades e mundos: diários de bordo, compostos de relatos pessoais, fonte de pesquisas geográficas. Nós, npgeohanas, acolhemos o debate sobre uso de diários de bordo como metologia de pesquisa humanista, promo...

Roda de conversa sobre "Place and placelessness", de Edward Relph

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“Um conhecimento de lugares”, Hugh Prince (1961, p.22) escreveu, “é um elo indispensável na corrente do conhecimento”. E em termos do conhecimento prático cotidiano de que precisamos para organizar nossas experiências do mundo, pode haver pouca discussão sobre isso, pois precisamos conhecer, diferenciar e responder aos vários lugares em que trabalhamos, relaxamos e dormimos.  trecho inicial do livro de Edward Relph, traduzido por Ivo Venerotti, e lido na nossa primeira reunião de debate da obra: "Place and  placelessness" (RELPH, 1976). Encontro do dia 13/04/2020 *Seguimos realizando nossos encontros de maneira virtual. Está interessado em participar? Mande um e-mail para gente!

Um arco-iris para 2020

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É com prazer intenso que o NPGEOH dá as boas vindas para nossos querides membres que mandaram propostas de participação para o ano! A participação no NPGEOH esse ano está condicionada ao desenvolvimento de um projeto: pode ser uma intenção ou uma proposta de atividade, pesquisa, estudo etc., que fará parte da nossa programação coletiva para o ano. Assim, poderemos trabalhar colaborativamente e fortalecer nossos laços e passos caminhando juntos. Fiquem com esse arco-iris de palavras feito com o texto reunido das propostas enviadas para nosso e-mail. Caso tenham alguma dúvida ou queiram saber mais, enviem uma mensagem para npgeoh@gmail.com. 

Propostas para 2020

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Informamos a todes os interessades que o prazo para a apresentação da proposta de participação no NPGEOH para o ano de 2020 foi prorrogado até do dia 09 de fevereiro de 2020. Aguardamos todes!  Mais informações: npgeoh@gmail.com

Nosso NPGEOH em 2020

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A chegada desse novo ano, 2020, torna imperativa a revisão de nossos objetivos, nossas ações e o caminho que temos traçado... Fazemos isso na esperança de que os caminhos trilhados entre os nossos diversos membros e participantes se alinhem e, juntos e fortes, permaneçamos. O NPGEOH foi criado em fevereiro de 2014 com muitas ideias, emoções e ações. De lá para cá reunimos professoras e estudantes das Ciências Humanas na UFMG interessadas na Geografia Humanista e trouxemos também muita gente de fora para conversa! O NPGEOH foi criado com uma proposta: a de conhecer, compreender e aprofundar o conhecimento apoiado na fenomenologia e investigar aspectos sob a perspectiva fenomenológica no âmbito da geografia humanista. Hoje sabemos que a geografia humanista vai além da fenomenologia, mas ainda precisamos de muita conversa para potencializar novos caminhos! O grupo só acontece com a participação... através de leituras, trocas e encontros. Com nossos encontros, nós esperamo...