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Mostrando postagens com o rótulo npgeoh

Artesania de trocas - ateliês do npgeoh 💬

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O Npgeoh segue se reunindo virtualmente todos os meses. 💙 Nossa reunião mensal para debater as propostas e atividades do grupo acontece na primeira sexta-feira do mês. Nela, planejamos as atividades das linhas de pesquisa e consolidamos nossa agenda. Nossos encontros permanecem como pontos de contato para criação e troca!  Esse ano, o Npgeoh consolidou três novos formatos de encontros - os ateliês. 💦 Ateliê de tradução Encontros que se propõem a discutir as traduções de geografas e geógrafos humanistas anglófonos feitas por membros do grupo.  Iniciado no ano passado com a tradução em processo do livro "Place and placelessness" do Relph, feita pelo membro Ivo Venerotti, os encontros acontecem para leitura e discussão da obra traduzida.  Esse ano contamos ainda com a tradução em processo do livro "Textures of place : exploring humanist geographies", uma coletânea de vários autores, especialmente da obra de Anne Buttimer, "INTRODUCTION Moralities and Imagination...

Encontros com a educação - Profa. Dra. Álida Alves Leal (FAE/UFMG)

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No dia 16 de julho de 2021, o Npgeoh recebeu a Profa. Dra. Álida Alves Leal, da Faculdade de Educação da UFMG, para uma conversa sobre sua trajetória e o ensino de Geografia.  Na ocasião, discutimos sobre os (des)caminhos possíveis da Educação com as novas normativas curriculares, a reforma do Ensino Médio e a BNC Formação que vai influenciar diretamente a formação de professores e o currículo das licenciaturas em Geografia.  Para conhecer um pouco mais do trabalho da professora Álida, acesse:  "Passos de professores em rastros da metrópole: explorando geo-grafias docentes" (Dissertação de mestrado, 2011) "Desafios comuns, enfrentamentos singulares: narrativas de jovens docentes iniciantes no ensino médio público " (Tese de doutorado, 2017).  🌄🌆 O Npgeoh consolidou uma linha de pesquisa que atua no debate sobre o ensino de Geografia, trazendo pontes com a Geografia Humanista que se faz na escola, num olhar sempre atento ao contexto político em que essas práticas ...

Qualificação de mestrado 💙 Matheus Rodrigues

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💙💙  No dia 25 de junho de 2021, realizamos no Npgeoh a qualificação de mestrado do nosso querido membro Matheus Rodrigues.  Ele apresentou sua escrita parcial da dissertação de mestrado, intitulada "OCUPA UFMG 2016: A EXPERIÊNCIA DA OCUPAÇÃO ESTUDANTIL E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS DA DOCÊNCIA" e recebeu as contribuições do grupo. Trocamos nossas impressões a partir da leitura e apresentação da escrita parcial e confabulamos o desejo por uma metodologia rica de trocas e sensibilidades ocupantes. Parabéns, Matheus! 💙

Seguimos em frente! 💙

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O NPGEOH retomou os trabalhos em março de 2021 e desde então segue a todo vapor! 💙 Iniciamos esse ano pandêmico de 2021 com nossa reunião mensal de abertura ocorrida no dia 5 de março , quando nos afagamos um pouco para renovar as energias dos encontros para um novo ano virtual. Discutimos e sonhamos planos para esse ano, alguns já em vias de se concretizar. A reunião nos firmou no compromisso de seguir pensando a geografia humanista e delineando práticas, não apenas palavras.  Abrimos os encontros de estudo do ano com dois encontros para lá de especiais: 1) A roda de conversa "Cartografias sociais e os sentires ser-natureza" , com a nossa membra, agora mestranda em Geografia pela UFAM, Alice Bessa, sobre seu projeto de mestrado no dia 19 de março de 2021.  2) A roda de conversa com nossa antiga membra, presente viva nos corações, Vanessa de Araújo sobre sua dissertação, defendida no PPGEO UFMG: "O mundo está repleto de deuses - sacralização da natureza e conservação ...

Ventos do passado: nosso NPGEOH em 2020!

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"É bizarro como a gente esquece tudo que a gente já fez na vida.  Tudo que a gente superou, tudo que a gente já fez para chegar onde tá ..." Bianca Dellafancy Essa publicação é para as minhas amadas  nepegeanas . Não que, caso não sejas membra ou membro do NPGEOH, não devas ler essa publicação, pois ao contrário. No entanto, talvez o que falo aqui bata mais forte naquelas que, ao longo de 2020, construíram e redescobriram as formas de ser e pensar NPGEOH. Desde o início de 2020, vínhamos remontando, coletivamente, as peças desse grande mosaico que é esse grupo de pesquisa, estudo, pensamento, diálogo ... e nesse movimento, buscar novas formas para realizar essa construção. Em nossa primeira reunião, no dia 06/03/2020, no Laboratório de Climatologia e Biogeografia do Instituto de Geociências/UFMG, socializamos nossas propostas de trabalho para o ano que se iniciava, organizamos calendários, definimos grupos de estudos, desmembramos o modelo monolítico na qual organizávamos o g...

Viva a Lívia de Oliveira!

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Hoje, dia 18 de dezembro de 2020, encerramos o ano no Npgeoh com um brinde a Lívia de Oliveira. Compartilhando momentos, reflexões e ideias que compuseram nossos diferentes encontros com essa grande geógrafa! Viva Lívia de Oliveira!  💙 Brindamos juntas e juntos sua paixão pela novidade, pela geografia feita nas bordas, nos lugares esquecidos desse campo do saber, sua coragem e autenticidade, sua geografia feita no afeto, seu devir jovem e sábia.   Que desbravou até o último instante caminhos na nossa geografia humanista.  Um brinde por Valéria Amorim

2020 chegando ao fim, e nós?

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No dia 12 de dezembro de 2020, o NPGEOH se reuniu virtualmente para uma reunião de avaliação do ano e das nossas ações.  Destacamos os caminhos que trilhamos até aqui, nossa geografia humanista em passos, e o que se abre no fechar desse ano. Foi um ano intenso em trocas, reflexões, enraizamentos e buscas sutis e desejosas de movimentos.  O que se abre no nosso horizonte? Como fazer da caminhada no mundão e na academia uma sequência de encruzilhadas? Seguimos refletindo sobre nossos passos, submersos, em brasas, em correrias e danças de suspensão. Buscando encontrar no fazer no mundo nossos pontos de apoio sensíveis e da razão.  Que sigamos sem medo da reflexão coletiva, dos incômodos que os nossos limites nos colocam, num campo fértil para flores, frutos, plantas - sabendo da necessidade do fogo, da terra e da água.  🔥🌈💙

Anais do Diálogos Humanistas VI

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Aconteceu nos dias 04 e 05 de dezembro de 2020, o VI Diálogos Humanistas! O evento foi totalmente virtual e contou com três espaços de diálogos e uma palestra. O evento foi lindo! Tivemos a oportunidade de conhecer as pesquisas e intenções de pesquisar dos nossos colegas, suas inspirações, aventuras, com bastante sensibilidade e reflexão! Discutimos sobre a necessidade do sensível e de se deixar afetar na busca por realizar uma Geografia Humanista, bem como da necessidade de promover encontros que potencie novas reflexões e ações!  Ouvimos músicas e fotografias, cantamos juntas e juntos, nos embrenhamos em rios, comunidades, cidades, viagens, experiências! Nas pontes de diálogos que se formaram, seguimos! Para conferir a programação, clique aqui! Para acessar os Anais do evento, clique aqui!  Para assistir a gravação do evento, clique aqui! Uma das participantes desse Diálogo incrível, Letícia, Pessanha, escreveu algumas palavras pra nos brindar:

Roda de conversa: Introdução ao pensamento de Espinosa

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No dia 13 de novembro de 2020, às 17h, o NPGEOH participou do evento virtual Roda de Conversa: Introdução ao pensamento de Espinosa , ministrada pelo prof. Dr. Ivo Venerotti.  Na ocasião, conversarmos sobre o contexto histórico em que o pensador Espinosa viveu e começamos a entender algumas de suas ideias.  O corpo, as potências e o afeto foram elementos abordados na nossa conversa virtual, bem como suas leituras de filósofos e religiosos.  Aguardamos as próximas conversas ansiosas!

O que perdemos quando silenciamos?

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Proposta e facilitada pelas membras integrantes da linha de gênero do Npgeoh - Alice Bessa, Aline Nogueira e Letícia Moraes -, a primeira roda de conversa sobre gênero do grupo aconteceu na última sexta-feira, 23 de outubro de 2020.  Abordamos diversos aspectos do silêncio da mulher, suas causas e consequências. Regamos essa roda com trechos de obras diversas, de Virginia Woolf a Clarisse Pinkola, passando por Maya Angelou e Marilena Chauí.  Fruto das nossas interrogações, elaboramos uma cachoeira de palavras coletiva que tornou evidente o que nós, mulheres, mais perdemos quando somos silenciadas (ou mesmo quando nos silenciamos): tempo 💥 A roda de conversa foi inspiradora de pensamentos e mudanças. Uma construção coletiva, que reuniu literatura, experiências e reflexões. 💚 **A roda de conversa ocorreu virtualmente devido a pandemia da Covid-19. Todas as atividades do grupo estão sendo realizadas nessa modalidade. 

Quintal-de-mim

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Estou aqui pensando no quanto o quintal é esse lugar que abarca bordado e o plantar. O que é o quintal? "Meu quintal é maior que o mundo" diria o poeta Manoel de Barros.  Mas o que é um quintal? Quintal-mato, quintal-casa, quintal-mundo.  Quero falar do quintal-de-mim. Eu possuo vários quintais. Lugares no qual vou para colher algo, coletar desimportâncias, estar me deixando em fazer ou  não fazer. Algumas vezes ele nem é material, mas está em mim, é um canto de mim, uma cadeira que me deixo estrar comigo mesma, que tem algumas cores, rosas, com certeza, e que vingaram veja bem! Ele é um canto construído em mim que me abriga de maneira aberta - pois o quintal pode até ser cercado, mas ele ainda é aberto, possui em algum lugar a infinitude, seja o céu acima ou a vista à frente. Ou ambos. Ou apenas uma fresta que dá para isso. Então nele há algo de desprotegido, e como é bom às vezes abrir a guarda e se deixar afetar pelo que vem! Sobre os meus quintais externo, há o da min...

Dia Internacional do Bordado!

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  Hoje é dia Internacional do Bordado! Trouxe para nós assim, uma união linda e necessária, do bordado com a poesia! É um projeto de 2010 que foi desenvolvido em Contagem, Minas Gerais. O projeto chama-se "Bordando Poesia". 18 Bordadeiras se uniram e desenvolveram livros com poemas próprios bordados à mão. Vejam a seguir a foto de um desses feitos:  Foto retirada de  E essa data surgiu em 2011, quando, segundo as meninas do Clube do Bordado, na Academia de Bordado de  Täcklebo, na Suécia se uniram "(...)  artistas, educadores, curiosos e historiadores afim de promover o bordado como expressão artística e conscientizar sobre a tradição da técnica. A criação desse grupo surgiu com o propósito de criar uma comunidade para fortalecer laços de quem trabalha com bordado.". Lindo né? Fizeram até um manifesto, que pode ser lido em inglês nesse link  :  https://tacklebony.files.wordpress.com/2012/06/embroidery_manifesto_-english.pdf  e fala sobre o bo...

Deixar fluir e estar atenta deixar fluir e estar atenta....

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Quando a gente para de tentar controlar, o mundo nos ensina. E assim sigo com um pé de rosa com folhas. Vejamos... Era uma tarde de poda de roseiras (e eis aqui o primeiro ponto do mistério – as roseiras precisam ser podadas podadinhas todo o ano, para que deem flores. Dizem até que quando nasce uma rosa é bom que seja retirada para que a roseira continue florindo forte...vou buscar mais fontes sobre...) Mas continuemos, podas. Podadas sem dó. Machadadas nas que tinham galhos muito grossos. Coração até palpita, mas o que sabemos sobre a relação do machado com os galhos? Só da parte que lesa, retira, desmata. Mas pode ser muito mais. O mundo é mais e nossa sabedoria citadina é pouca. Mas machados, cortes, podas... E galhos sendo descartados. Galhos verdes. Galhos com folhas. E eu já havia aprendido algo – os brotos nascem nesses sulcos que ficam quando retiramos as folhas (eis aqui outro mistério, para que a muda se dê, há que se plantar o galho pelado. Mas como então ela se...

Roda de conversa: geografia e política encarnada

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O NPGEOH teve o prazer de receber para uma roda de conversa muito especial a professora Dra. Fernanda Cristina de Paula, sobre o tema: "Só me sei sabendo o mundo: geografia e política encarnada" , no dia 17 de junho de 2020, às 14h.  Na ocasião, conversamos sobre o que seria a geografia encarnada a partir da instantaneidade corpo-Terra.  Toda geografia passa pelo corpo, que é corpo-lugar, corpo-território, corpo-paisagem. 💙 Para saber mais sobre a geografia encarnada, acesse a tese de doutorado da profa. Dra. Fernanda Cristina de Paula, denominada "Resiliência encarnada do lugar: vivência do desmonte na Linha (Brasil) e em Mourenx (França)" , apresentada ao IG da Unicamp em 2017, sob orientação do prof. Dr. Eduardo Marandola.  Agradecemos a querida Fernanda pela disponibilidade e pelo excelente diálogo! 🌷   

Chita saudadeira

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Hoje peço licença para falar de outras flores – as Chitas! Surgidas na Índia sem parecer ser de lá -   tenho aqui que desde sempre foi coisa do meu país Minas Gerais (sou meio orgulhosa de ser mineira, apesar dos pesares históricos e atuais... mas é que é muita beleza em gente, vista, cheiro e comida...). A Chita e o chitão (flores maiores) são para mim a expressão máxima das cores brasis. E mais, são a recordação da melhor época do ano – festas juninas/julinas.   Sem cair no estigma de vestir de jeca bem fei (nós é jeca mas é jóia), ela embeleza as barraquinhas de quitandas e comida, as saias rodadas das bailarinas da quadrilha, o lenço no pescoço ou no bolso do bailarino que acompanha a moça, na faixa do chapéu de palha, que é um primor dessa vida em questão de chapéu; ela dá vista ao alavantu e ao anarriê!   Eu vim para falar de chita pela saudade.... do cheiro de quermesse, da cor quermesse, do quente quermesse. O gosto da canela que vai no quentão e...

Do principinho - ser bordadeira plantadora escrevente

O que é ser bordadeira plantadora escrevente? Já faz pra lá de quase dois meses que iniciei meu intuito, e agora já começo a achar palavras para esse ser. Paciência e persistência talvez sejam as mais pensadas e não pensadas, os frutos das minhas delongas pessoais sobre o caminho que se segue. Hoje, mas de mês, não possuo flor plantada. Não vingou. Tive paciência de olhar e terei persistência no seguir. Hoje, mas de mês, possuo pouca coisa bordada. Não consegui deslanchar. Mas tive paciência para pensar e tentar outros modos e terei persistência no novo modo de seguir. Escrever então... estou escrevendo em pensamentos, mas isso não vale para o que quero. Então, paciência para sentar e persistência para prosseguir. Paciência também comigo mesma e meu processo. O fazer às vezes parece ser só o vai lá e faz. Mas vejamos o que está nas ocorrências do nosso entorno. E do nosso interno.   Conto do princípio Pensei em bordar rosas na espera que elas brotassem. Seria um ato...